3 de set de 2012

A semaninha: EGLOM



A semaninha: EGLOM: Segunda-feira 3 Setembro O Senhor fortaleceu a Eglom, rei dos moabitas, contra Israel; porquanto fizeram o que era mau aos olhos do Senh...

EGLOM





Segunda-feira 3 Setembro
O Senhor fortaleceu a Eglom, rei dos moabitas, contra Israel; porquanto fizeram o que era mau aos olhos do Senhor. E reuniu consigo os filhos de Amom e os amalequitas, e foi, e feriu a Israel, e tomaram a cidade das palmeiras. E os filhos de Israel serviram a Eglom, rei dos moabitas, dezoito anos
(Juízes 3:12-14).

EGLOM

Moabe tinha uma relação de parentesco com Israel, mas Israel nunca teve inimigos mais cruéis e implacáveis que os moabitas e amonitas. Lembre-se de que o Senhor advertiu que os adversários do homem poderiam ser os de sua própria casa (Mateus 10:36). Portanto, laços de sangue, ao invés de serem úteis, podem se tornar grandes empecilhos. Mas essa não é a mensagem de hoje.
Moabe simboliza um povo e um princípio aparentemente relacionados com o povo de Deus, mas sem a vital e divina conexão. Moabe simboliza a profissão de fé vazia, uma mera semelhança com a realidade divina, sem conteúdo. O poder de Moabe é uma figura do poder da confissão – o poder da melhoria externa. As melhorias são bastante tentadoras! Elas tornam a pessoa externamente honesta, diferente, e ajustada – como um viciado que abandona o vício. No entanto, a melhoria não faz de ninguém um discípulo de Cristo e nem participante da vida divina.
“Era Eglom homem muito gordo” (v. 17). Isso sugere a falta de vigor e poder de uma pessoa forte, musculosa. Da mesma maneira, uma mera profissão de fé é morta, uma massa inerte de informações religiosas que sufoca a vitalidade espiritual. E por faltar vitalidade, o indivíduo fica negligente quanto às questões eternas. Um mero religioso é assim. Não se incomoda em fazer nada que requeira esforço ou empenho.
Dizer-se cristão sem o ser é mentira, e uma das mais perigosas, pois significa viver diariamente na prática dela. “Bem-aventurados aqueles que guardam os seus [de Cristo]mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas. Ficarão de fora… qualquer que ama e comete a mentira” (Apocalipse 22:14-15).

Carinho e Amor
Fernanda.

2 de set de 2012

Casa Viva...






Domingo 2 Setembro
E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles
(Atos 2:2-3).

CASA VIVA

Em Atos 2, o Espírito Santo, como vento impetuoso, entrou na casa; línguas como de fogo pousaram sobre os que nela estavam. Assim o Senhor aceitou aquela casa. A casa agora era uma casa viva, na qual o Senhor entrou pessoalmente, trazendo Seus dons, simbolizados pelas línguas. O Espírito fala tão logo entra em seus vasos que Ele mesmo enchia. E Ele fala das maravilhosas obras de Deus.
Ele fala não do que o homem tem de fazer, mas do que Deus já fez a favor dos homens. Entre as maravilhosas obras de Deus, o Espírito relatava em detalhes a graça para os pecadores, o ministério, a morte, a ressurreição e a glória do Salvador dos homens. Era isso o que o Senhor do templo fazia agora. Ele descrevia o que o Deus da salvação já tinha realizado.
É mais do que apropriado que o Senhor Jesus seja adorado e receba também nossos sacrifícios de louvores. Porém, em alguns há uma disposição para pensar em Cristo como Aquele que foi rejeitado e expulso deste mundo por ser o Estrangeiro celestial. Isso é verdade também. Mas se tal pensamento se tornar predominante para a nossa vida prática de cristão, poderá dar origem ao legalismo e ao espírito de medo e escravidão por se ver somente o lado da santidade e incompatibilidade dessa com o mundo e seus habitantes. Ao invés disso, sem nos esquecermos do fato mencionado, é melhor contemplarmos o Senhor na graça que Ele tem ministrado a nós, no amor que nos declara, na eterna segurança que Seu sangue nos confere, e na fidelidade de Suas promessas para nós. Afinal, somos “edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo” (1 Pedro 2:5). Isso nos leva ao louvor, à adoração e a um espírito de graça em nossas vidas práticas.