5 de nov de 2012


Alegrai-vos!

Regozijai-vos sempre” (1 Ts 5.16). “Quanto ao mais, irmãos meus, alegrai-vos no Senhor. A mim, não me desgosta e é segurança para vós outros que eu escreva sempre as mesmas coisas” (Fp 3.1).
Em Filipenses 4.4 está escrito de forma a não deixar dúvida: “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez vos digo: alegrai-vos”.
A alegria é um maravilhoso presente de Deus, é como um radiante dia de sol depois de muitas noites frias e escuras. Sombras ameaçadoras desaparecem diante dessa luz brilhante. Impulsos de vida partem dela, impulsos que aquecem, animam e saram a alma. A alegria espanta toda a escuridão e afasta a letargia e o cinza do dia-a-dia. Ela seca as lágrimas e, como num passe de mágica, faz surgir um sorriso no rosto mais cansado e marcado pelo sofrimento (veja 2 Co 6.10). A alegria é tão maravilhosa porque é refrescante e contagia. Por isso Deus ordena: “Alegrai-vos com os que se alegram...” (Rm 12.15). A alegria é característica do céu!
Com nossa alegria fundamentada apenas em bases humanas não chegamos muito longe. Essa alegria não tem qualidade nem intensidade perene. O que ontem ainda me deixava muito alegre e levantava meu humor, o que me deixava eufórico e entusiasmado, hoje pode ter perdido força e intensidade.
Nossa alegria humana não é constante; ela está sujeita a variações e ao desgaste da rotina. Ela é sufocada pelos acontecimentos e depende das circunstâncias.
A alegria de Deus – a alegria que vem de Deus e está estabelecida nEle, a alegria no Senhor, é bem diferente. É uma alegria que tem a Jesus Cristo no centro e não a nós mesmos. A alegria em Deus é muito diferente porque é de outra natureza, porque tem outra base e outra origem.
A alegria de Deus vem da eternidade, por isso dura para sempre e tem valor eterno. Ela não se desgasta. É uma alegria que mesmo em meio às provações, ao sofrimento e até diante da morte dá toda a glória a Deus e louva o Seu nome. É uma alegria entre lágrimas, muitas vezes bastante amargas (veja 2 Co 6.10; Cl 1.24). Por essa razão, “o mundo” não entende e nem pode entender essa alegria! A alegria em Deus não é segundo a natureza humana nem produz reações tipicamente humanas. Ela é divina e, assim, sobrenatural. Essa alegria soberana só é encontrada em Deus, que a presenteia aos Seus como um dom precioso. A alegria de Deus tem dimensões, qualidades e quantidades que nos são desconhecidas. Ela repousa em si mesma e permanece imutável porque o próprio Deus é imutável, pois Ele é o Ser Eterno.
Quando as Sagradas Escrituras nos conclamam: “Alegrai-vos sempre no Senhor”, é um Pai amoroso que pede a nós, Seus filhos, que confiemos e creiamos nEle, pois Ele criou algo que supera as nossas mais fantásticas expectativas.
Quando o Senhor manda que nos alegremos, Ele está tentando conquistar-nos, dizendo: “Fiquem firmes em minhas promessas! Confiem em mim! Creiam em mim! Vocês podem e devem se alegrar!”
Ao ser repetida, a ordem: “alegrai-vos sempre no Senhor...”, recebe uma ênfase muito forte. Ela é salientada e sublinhada: “outra vez vos digo: alegrai-vos”.
Sorriso
A solicitação de Jesus por nossa confiança e por nossa alegria – mesmo que não tenhamos nada de concreto diante dos olhos com que nos alegrar – torna-se uma exigência bem clara. É como se Jesus dissesse: “Alegrem-se de uma vez!”
O mandamento de Jesus, nesse caso, é que não olhemos para as limitações humanas, não consideremos as amarras dos costumes e das tradições, nem levemos em consideração as circunstâncias adversas e as dificuldades em nosso caminho.
Deus tem perspectivas bem diferentes das nossas. Sua visão é ampla e adentra mundos que desconhecemos. Ele é o Pantokrator, o Todo-Poderoso.
Como o Deus que vê o passado, o presente e o futuro, Ele nos incentiva, como cegos, a abrir nossos olhos e confiar nEle, alegrando-nos com fatos que – ainda – não vemos nem podemos perceber.
Esse presente prometido mas ainda oculto é plenamente existente, assim como Deus existe!
O grau de nossa alegria pelo presente de Deus ainda escondido demonstra o nível da nossa fé e da nossa expectativa.
Quem nada espera, quem vive em volta de seus próprios interesses, nada receberá e sairá de mãos abanando. Permanecerá eternamente faminto, eternamente movido por questionamentos e eternamente insatisfeito.
Quem tudo espera do Senhor e coloca a si mesmo em segundo plano será regiamente presenteado.
Deus cumprirá o que prometeu, além do que pedimos ou imaginamos.
Somos herdeiros de Deus; para Sua glória podemos e devemos nos alegrar.
Nem podemos agir de outra forma. A alegria é a nova natureza do renascido. Pois se existe alguém neste mundo que tem motivo de se alegrar, esse alguém é o cristão. Ele pode e deve rir de todo o coração e se alegrar como uma criança. O Salmo 65.8 acerta o âmago dessa questão: “os que vêm do Oriente e do Ocidente, tu os fazes exultar de júbilo”.E o Salmo 126.3 deixa explicitamente claro o motivo de nossa alegria, a razão porque “temos” de nos alegrar: “Com efeito, grandes coisas fez o Senhor por nós; por isso estamos alegres.”
Por isso, a Bíblia diz a você e a mim: “Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos” (Fp 4.4). (Dr. M. Peschutter)

Carinho e Amor
Fernanda Abreu.

30 de out de 2012

Fique firme...


Hoje, tanto quanto na antiguidade, as pessoas podem incitar-nos a afastar a nossa lealdade de Deus e da Sua verdade. Contudo, com a ajuda de Deus, podemos preservar a palavra da vida (Filipenses 2:16). Se você se sente pressionado a entrar numa perigosa intersecção de crenças, estude a Palavra de Deus, vista Sua armadura (Efésios 6:10-18) e peça ajuda ao Espírito Santo (1 Coríntios 2:10-12). Então, fique firme com os seus companheiros de caminhada e seguidores de Cristo.




14 de out de 2012

Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha. —Mateus 7:24



3 de set de 2012

A semaninha: EGLOM



A semaninha: EGLOM: Segunda-feira 3 Setembro O Senhor fortaleceu a Eglom, rei dos moabitas, contra Israel; porquanto fizeram o que era mau aos olhos do Senh...

EGLOM





Segunda-feira 3 Setembro
O Senhor fortaleceu a Eglom, rei dos moabitas, contra Israel; porquanto fizeram o que era mau aos olhos do Senhor. E reuniu consigo os filhos de Amom e os amalequitas, e foi, e feriu a Israel, e tomaram a cidade das palmeiras. E os filhos de Israel serviram a Eglom, rei dos moabitas, dezoito anos
(Juízes 3:12-14).

EGLOM

Moabe tinha uma relação de parentesco com Israel, mas Israel nunca teve inimigos mais cruéis e implacáveis que os moabitas e amonitas. Lembre-se de que o Senhor advertiu que os adversários do homem poderiam ser os de sua própria casa (Mateus 10:36). Portanto, laços de sangue, ao invés de serem úteis, podem se tornar grandes empecilhos. Mas essa não é a mensagem de hoje.
Moabe simboliza um povo e um princípio aparentemente relacionados com o povo de Deus, mas sem a vital e divina conexão. Moabe simboliza a profissão de fé vazia, uma mera semelhança com a realidade divina, sem conteúdo. O poder de Moabe é uma figura do poder da confissão – o poder da melhoria externa. As melhorias são bastante tentadoras! Elas tornam a pessoa externamente honesta, diferente, e ajustada – como um viciado que abandona o vício. No entanto, a melhoria não faz de ninguém um discípulo de Cristo e nem participante da vida divina.
“Era Eglom homem muito gordo” (v. 17). Isso sugere a falta de vigor e poder de uma pessoa forte, musculosa. Da mesma maneira, uma mera profissão de fé é morta, uma massa inerte de informações religiosas que sufoca a vitalidade espiritual. E por faltar vitalidade, o indivíduo fica negligente quanto às questões eternas. Um mero religioso é assim. Não se incomoda em fazer nada que requeira esforço ou empenho.
Dizer-se cristão sem o ser é mentira, e uma das mais perigosas, pois significa viver diariamente na prática dela. “Bem-aventurados aqueles que guardam os seus [de Cristo]mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas. Ficarão de fora… qualquer que ama e comete a mentira” (Apocalipse 22:14-15).

Carinho e Amor
Fernanda.

2 de set de 2012

Casa Viva...






Domingo 2 Setembro
E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles
(Atos 2:2-3).

CASA VIVA

Em Atos 2, o Espírito Santo, como vento impetuoso, entrou na casa; línguas como de fogo pousaram sobre os que nela estavam. Assim o Senhor aceitou aquela casa. A casa agora era uma casa viva, na qual o Senhor entrou pessoalmente, trazendo Seus dons, simbolizados pelas línguas. O Espírito fala tão logo entra em seus vasos que Ele mesmo enchia. E Ele fala das maravilhosas obras de Deus.
Ele fala não do que o homem tem de fazer, mas do que Deus já fez a favor dos homens. Entre as maravilhosas obras de Deus, o Espírito relatava em detalhes a graça para os pecadores, o ministério, a morte, a ressurreição e a glória do Salvador dos homens. Era isso o que o Senhor do templo fazia agora. Ele descrevia o que o Deus da salvação já tinha realizado.
É mais do que apropriado que o Senhor Jesus seja adorado e receba também nossos sacrifícios de louvores. Porém, em alguns há uma disposição para pensar em Cristo como Aquele que foi rejeitado e expulso deste mundo por ser o Estrangeiro celestial. Isso é verdade também. Mas se tal pensamento se tornar predominante para a nossa vida prática de cristão, poderá dar origem ao legalismo e ao espírito de medo e escravidão por se ver somente o lado da santidade e incompatibilidade dessa com o mundo e seus habitantes. Ao invés disso, sem nos esquecermos do fato mencionado, é melhor contemplarmos o Senhor na graça que Ele tem ministrado a nós, no amor que nos declara, na eterna segurança que Seu sangue nos confere, e na fidelidade de Suas promessas para nós. Afinal, somos “edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo” (1 Pedro 2:5). Isso nos leva ao louvor, à adoração e a um espírito de graça em nossas vidas práticas.

31 de ago de 2012

Uma pergunta simples...






Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores
(1 Timóteo 1:15).

UMA PERGUNTA SIMPLES

Você é cristão? De fato, essa é uma pergunta bem simples. Mas a resposta talvez não o seja.
O que você entende por ‘cristão’? Alguém que conhece alguma coisa sobre Ele, ou que participa de certos rituais religiosos não pode ser chamado assim. Um cristão é uma pessoa que conhece o rejeitado e desprezado, mas agora ressurreto e glorificado Salvador, que está unida a Ele nos céus. Cristão é uma pessoa que da parte de Deus nasceu de novo, cujos pecados foram perdoados, expiados, e que recebeu o Espírito Santo. Essas são coisas que se pode experimentar. Se pensa que gostaria de ter tudo isso, você não é um cristão no sentido exato da palavra, e, francamente, ainda não entendeu a essência do cristianismo.
Um cristão é alguém indissociavelmente conectado ao vitorioso e ressurreto Salvador, o qual expiou todos os pecados, satisfazendo plenamente as exigências da justiça divina. A bênção do crente é essa: saber que seus pecados foram perdoados, saber que é salvo, conhecer a Deus como Pai, ter o Espírito Santo habitando dentro de si, ter sido colocado do outro lado da morte e do julgamento, e aguardar o retorno do Noivo.
Você é cristão? Você é realmente cristão?

Carinho e Amor.
Fernanda Abreu Ferreira

24 de ago de 2012

Nossas Preocupações

Preocupar-se não leva a nada, mas a oração nos coloca em contato com aquele que pode lidar com todas as nossas preocupações.


28 de jul de 2012

25 de jul de 2012

Essa é a razão de tudo o que fazemos.


Se a nossa meta é compartilhar as boas-novas do amor de Deus, não nos tornaremos impessoais ou ásperos se alguém resistir ou ridicularizar nosso apelo. Ao seguirmos o caminho de serviço e sacrifício amoroso do nosso Senhor, somos lembrados de que Ele veio para servir e salvar.

Carinho e Amor
Fernanda

24 de jul de 2012

Plantando na casa do Senhor...


Se você é jovem, busque pessoas idosas que se supriram profundamente do amor e da bondade de Deus no decorrer de suas vidas. Elas têm sabedoria para compartilhar, a qual lhe ajudará a também florescer e crescer em sua fé. (Salmo 92:12-14)
Carinho e Amor
Fernanda.

22 de jul de 2012

Casa do oleiro...

Vamos orar..

Domingo, 22 de julho - Irã (5º) Ore pela libertação de cristãos, cujos nomes não conhecemos, que ainda estão presos. Ore para que eles conheçam a presença e a paz de Jesus em suas celas e que sejam anunciadores de boas novas, para seus companheiros de prisão e para os guardas. Ore para que o amor e a paz de Deus envolva a eles e suas respectivas famílias.



17 de jul de 2012

Versículo chave: "Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede o de rubis. O coração do seu marido está nela confiado, e assim não necessitará de despojo. Ela só lhe faz bem e não mal todos os dias de sua vida." (Provérbios 31:10-12).



Carinho e Amor 
Fernanda

O PECADO OCULTO..

O pecado oculto faz grandes estragos. Precisamos trazê-lo à superfície e tratá-lo — ou enfrentar a derrota certa.



Carinho e Amor
Fernanda.


11 de jul de 2012

As Escrituras indicam que a paz...

As Escrituras indicam que a paz é condição ideal de Deus para os Seus filhos (Levítico 26:6), mas, com frequência, em nossa imaturidade, ficamos em apuros e causamos conflitos. Assim como os pais de crianças, Deus deseja que nos cansemos de fazer o mal e que descansemos na segurança e no contentamento de Seus caminhos amorosos.


Carinho e Amor.
Fernanda.


8 de jul de 2012

Amor para pensar...


Havia uma jovem muito rica, que tinha tudo: um
marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego
que lhe pagava muitíssimo bem, uma família unida.
O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo
isso, o trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo
o tempo e a sua vida estava deficitária em
algumas áreas.
Se o trabalho lhe consumia muito tempo, ela tirava
dos filhos,se surgiam problemas, ela deixava de lado
o marido... E assim, as pessoas que ela amava eram
sempre deixadas para depois.
Até que um dia, seu pai, um homem muito sábio, lhe
deu um presente: uma flor muito cara e raríssima,
da qual havia um apenas exemplar em todo o mundo.
E disse à ela: - Filha, esta flor vai te ajudar muito
mais do que você imagina! Você terá apenas que
regá-la e podá-la de vez em quando, ás vezes
conversar um pouquinho com ela, e ela te dará em
troca esse perfume maravilhoso e essas lindas flores.
A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era
de uma beleza sem igual.
Mas o tempo foi passando, os problemas surgiam, o
trabalho consumia todo o seu tempo, e a sua vida,
que continuava confusa, não lhe permitia cuidar da flor.
Ela chegava em casa,olhava a flor e as flores ainda
estavam, lá, não mostravam sinal de fraqueza
ou morte, apenas estavam lá, lindas, perfumadas.
Então ela passava direto. Até que um dia, sem mais
nem menos, a flor morreu.
Ela chegou em casa e levou um susto!
Estava completamente morta, suas raízes estavam
ressecadas, suas flores caídas e suas folhas amarelas.
A jovem chorou muito, e contou a seu pai o
que havia acontecido. Seu pai então respondeu: - Eu
já imaginava que isso aconteceria, e eu não posso te
dar outra flor,porque não existe outra igual a essa,
ela era única, assim como seus filhos, seu marido e sua
família. Todos são bênçãos que o Senhor te deu, mas
você tem que aprender a regá-los, podá-los e dar
atenção a eles, pois assim como a flor, os sentimentos
também morrem. Você se acostumou a ver a flor sempre
lá, sempre florida, sempre perfumada, e se esqueceu
de cuidar dela. Cuide das pessoas que você ama!




Carinho e Amor.
Fernanda Abreu Ferreira.

4 de jul de 2012

Deus vivo e verdadeiro...




"...Deixando os ídolos, vos convertestes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro." 1 Tessalonicenses 1.9

Como foi o ministério do Senhor Jesus aqui na terra? Foi em completa entrega ao Seu Pai; Seu querer era incondicional, baseando-se somente naquilo que Seu Pai desejava. A vida de Jesus foi um contínuo e santo culto a Deus. Este ministério mais que excelente atingiu o auge no derramamento da Sua vida eterna e do Seu sangue sobre uma terra sujeita à morte: "Eu lhes dou a vida eterna."
Como deve ser o ministério daqueles que amam e seguem ao Senhor, como deve ser o nosso ministério? Exatamente como o ministério do nosso Mestre! Pois somente no mesmo ministério podemos nos tornar semelhantes a Ele. Portanto, olhe para o Senhor que serve, e saberá como deve servi-lO: "...e quem quiser ser o primeiro entre vós, será vosso servo; tal como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir..." Portanto também podemos dizer: os verdadeiros convertidos são reconhecidos pelo seu constante servir. A atividade religiosa de muitos, ao contrário, é uma negação desse servir desprendido. Você é um servo de Jesus Cristo ou um servo da carne agindo dentro da natureza de Satanás? Eu receio que muitos cristãos tenham se afastado de Cristo por se afastarem do caminho do servir.

 Carinho e Amor.
Fernanda Abreu Ferreira


25 de jun de 2012

A BUSCA




25 de junho de 2012

A busca

Anne Cetas
João 6:42-51
Ninguém pode vir a mim se o Pai, que me enviou, não o trouxer… —João 6:44
Salmos 94–96
Tiago foi diagnosticado com problemas cardíacos, e sua esposa, Rebeca, já não podia mais cuidar dele ou de si mesma de maneira apropriada. Começaram então a procurar por uma casa de repouso. Uma das primeiras perguntas que Rebeca fazia quando visitava cada uma delas era: “Vocês servem alimentos pastosos?” Ela se preocupava, pois Tiago precisava ter o tipo de alimento adequado à sua dificuldade de engolir. Muitos lugares respondiam “não” e ela continuava sua busca. Finalmente ouviu um “sim” em uma casa cristã de repouso.
Apesar de não crerem em Jesus e terem frequentemente discutido sobre Ele com um vizinho cristão, Tiago e Rebeca escolheram aquele lar por causa da comida pastosa. Eles começaram a frequentar os cultos na capela, ouviram o evangelho e sentiram-se bem cuidados pelos funcionários do local. Certo dia Tiago entregou sua vida a Cristo. Ele acredita que Deus o estava seguindo (João 6:44) e que usou a comida pastosa para trazê-los àquele lar cristão onde ele recebeu cuidado do povo de Deus e ouviu sobre o perdão de Cristo.
A conversão é uma obra de Deus; Ele atrai pessoas a si em amor e usa as circunstâncias, Sua Palavra, pessoas e até mesmo a comida pastosa para sensibilizar os corações. Encoraje-se a testemunhar sobre o Pai. Ele usará as suas palavras e ações para tocar aqueles que precisam de Cristo.
Carinho e Amor
Fernanda A. Ferreira

16 de jun de 2012

CRACK: INDEPEDÊNCIA OU MORTE











CRACK: INDEPEDÊNCIA OU MORTE



Vi em algumas rodovias de São Paulo um outdoor com a seguinte frase: "Crack: independência ou morte". Pura verdade! O crack tem escravizado e ceifado muitos jovens precocemente. Tem sido um pesadelo para a família e uma tragédia para a nação. Produz dependência desde o primeiro uso e tem arrastado nossa juventude ao fundo do poço. O crack é uma frande: Fuja das drogas! Sua vida tem valor: Fuja das drogas! Sua família é preciosa: Fuja das drogas! Seus pais amam você: Fuja das drogas! Deus ama você: Fuja das drogas! Ainda há esperança: Fuja das drogas!


Hernandes Dias Lopes.



Carinho e Amor.
Fernanda A. Ferreira

15 de jun de 2012

Vozes da Reforma: Fala Sério Varão faz o 1º aniversário!

Vozes da Reforma: Fala Sério Varão faz o 1º aniversário!: Aniversário de 1 ano Assista agora ao vídeo de Aniversário do Fala Sério Varão TV: Fonte: http://www.falaseriovarao.blog...

A semaninha: Deus e o destino do homem...



A semaninha: Deus e o destino do homem...: “ Antes que os montes nascessem e se formassem a terra e o mundo, de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Salmo 90.2). Eternidade.  O que s...

Deus e o destino do homem...

Deus e o Destino do Homem

Antes que os montes nascessem e se formassem a terra e o mundo, de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Salmo 90.2).
Eternidade. O que significa essa palavra e por que motivo alguém deveria aceitar esse conceito, principalmente no que se refere ao destino do homem? Sabemos por experiência própria, e através da observação da natureza, que as coisas materiais se deterioram. A Segunda Lei da Termodinâmica nos diz que todo o universo está se desgastando, como um relógio que está perdendo a corda, e não vai durar para sempre. Portanto, é óbvio que ele teve um princípio, exatamente como diz a Bíblia.
Sabemos que o Sol não esteve sempre no céu, ou já teria consumido completamente todo o seu combustível. O mesmo vale para todas as outras estrelas. Fica claro, então, que houve uma época em que este universo não existia; nada existia, nem mesmo a energia da qual o universo parece ser constituído.
Por que o universo não poderia ter sua origem em alguma misteriosa energia cósmica que sempre existiu, sem ter tido um começo? Por causa da Segunda Lei da Termodinâmica, a lei da entropia. A energia não poderia ter existido desde sempre, desenvolvendo-se rumo a um “Big Bang” (“Grande Explosão”) que teria criado as estrelas e os planetas. Ela teria sofrido entropia antes de “explodir” – e explosões não criam ordem. Se o universo tivesse existido para sempre, agora tudo deveria ter a mesma temperatura: o calor sempre é transmitido para algo mais frio.
Além disso, a energia não tem nem intelecto, nem qualidades pessoais para fazer surgir a incrível complexidade da vida e para criar seres com personalidade própria. Inteligência e personalidade são imateriais e não poderiam ter sido geradas posteriormente a partir da energia ou da matéria e, portanto, devem tê-la precedido.
Não alguma força, mas um Ser pessoal de inteligência infinita e sem começo deve ter criado o universo. Não se trata da “causa original” da filosofia ou dos “deuses” do paganismo, que mudam, seguem seus caprichos e competem entre si. O Criador somente pode ser o “Eu Sou” que revelou a Si mesmo a Moisés na sarça ardente (Êxodo 3.14), o Auto-Existente sem começo e sem fim, de quem a Bíblia diz: “de eternidade a eternidade, tu és Deus” (Salmo 90.2).
Tudo que podemos ver – seja a olho nu, com um telescópio ou através de um microscópio eletrônico – veio do nada.
É óbvio que o intelecto e a personalidade são inteiramente diferentes da matéria e não são a substância constitutiva dela. Portanto, o universo não faz parte de Deus e nem é uma extensão dEle. Isso significa que tudo que podemos ver – seja a olho nu, com um telescópio ou através de um microscópio eletrônico – veio do nada. Isso é impossível, mas somos levados a essa conclusão pela própria lógica. Contudo, imaginar que a vida e a inteligência brotaram espontaneamente, por sua própria iniciativa e poder, do espaço morto e vazio, seria algo totalmente irracional. Portanto, alguma coisa diferente do universo e de seus componentes deve ter existido sempre.
Não alguma coisa, mas Alguém, sem início nem fim. Por que Alguém? Porque o universo, desde a estrutura atômica até uma célula humana, exibe uma ordem e uma complexidade tão extraordinárias que só uma inteligência infinita poderia ter planejado e executado – e nenhuma coisa, ou força, ou “poder superior” tem a capacidade de pensar, planejar e organizar. Além disso, a espécie humana é composta de personalidades individuais que têm a capacidade de conceber idéias conceituais, expressá-las em palavras ou desenhos e transformá-las em intrincadas estruturas que não existem na natureza. Os seres humanos também têm a capacidade de sentir amor e ódio, alegria e tristeza, perceber a justiça e a injustiça, e raciocinar sobre sua própria existência e destino.
Só uma Pessoa infinita poderia criar pessoas. Portanto, as evidências e a lógica nos levam a concluir que este universo só poderia ter começado a existir sob o comando de Alguém que não teve começo; Alguém que sempre existiu e que possui o gênio e o poder infinitos para trazer à existência todas as coisas e todos os seres, a partir do nada. Certamente não foi pela superstição corrente no Egito em seus dias, mas por revelação divina que Moisés declarou: “Antes que [...] se formassem a terra e o mundo [...] de eternidade a eternidade, tu és Deus [...] mil anos, aos teus olhos, são como o dia de ontem que se foi, e como a vigília da noite” (Salmo 90.2,4).
Este não é o deus do paganismo, das religiões indígenas, ou de qualquer uma das grandes religiões do mundo, tais como o budismo (pouquíssimos budistas acreditam em Deus), o hinduísmo, o islamismo e muitas outras, mas sim o Deus da Bíblia que, do modo como é descrito nas Escrituras, qualifica-se de forma única e singular para ser o Criador de todas as coisas. Não consideramos o cristianismo como sendo uma das religiões do mundo, mas sim como algo inteiramente distinto de todas elas.
No princípio, criou Deus os céus e a terra.
A Bíblia jamais tenta provar a existência de Deus. Ela simplesmente a toma como um fato. Ela também não tenta explicar o que está além da nossa capacidade de compreensão. A Escritura simplesmente declara, no primeiro versículo: “No princípio, criou Deus os céus e a terra” (Gênesis 1.1). Em gratidão ao Deus que o criou, o rei Davi afirmou: “Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as tuas obrassão admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem” (Salmo 139.14).
A ciência não foi, nem jamais será capaz de verificar, refutar ou aperfeiçoar essa declaração. Não podemos compreendê-la, mas devemos aceitá-la pela fé. Aqui temos um exemplo do que é a fé: um passo que nada tem de irracional, mas sim uma trajetória racional que pondera as evidências e segue a lógica até o ponto em que a razão consegue alcançar, e depois dá mais um passo além da razão, mas sempre na direção e no sentido que as evidências e a razão indicaram.
A Bíblia expressa esse princípio da seguinte forma: “Pela fé entendemos que foi o universo formado pela palavra de Deus, de maneira que o visível veio a existir das coisas que não aparecem” (Hebreus 11.3). Alguns autores já disseram que essa foi a primeira formulação da teoria atômica. Não, isso não é teoria; é a afirmação de um fato nas palavras do próprio Deus. No entanto, temos de ter o cuidado de não ler nesse versículo mais do que ele realmente diz. Ele não diz que tudo foi formado de algo invisível. Ele não diz, igualmente, que o universo foi formado de alguma coisa.
O que Hebreus 11.3 nos diz é que o universo visível não foi feito de algo visível, pois isso implicaria dizer que alguma coisa visível sempre existiu e que o universo foi simplesmente fabricado com os materiais disponíveis. Mas ele não poderia ter sido criado dessa forma, porque não existe nada visível que seja eterno. Na verdade, o universo foi criado pela Palavra de Deus: “Disse Deus: Haja [...]” (Gênesis 1.3,6,9, e outros), e tudo que é visível passou a existir em obediência à Sua Palavra. Essa mesma Palavra que criou e sustenta todas as coisas falará novamente, e tudo que é visível na velha criação se dissolverá e tornará ao nada: “Ora, os céus que agora existem e a terra, pela mesma palavra, têm sido entesourados para fogo, estando reservados para o Dia do Juízo e destruição dos homens ímpios” (2 Pedro 3.7).
Muito antes da formulação da Segunda Lei da Termodinâmica, Jesus afirmou muito claramente: “Passará o céu e a terra” (Mateus 24.35). Entretanto, o universo não está destinado, simplesmente, a se desgastar devido à passagem de incontáveis bilhões de anos. Sob a inspiração do Espírito Santo, Pedro explicou que toda a vida existente na face da terra será sumariamente eliminada e o universo inteiro será destruído por Deus como castigo pela rebelião do homem e de Satanás. Em seu lugar, será criado um novo universo: “[No] Dia do Juízo [...] os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas [...] os céus, incendiados, serão desfeitos [...] Nós, porém, segundo a sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2 Pedro 3.7-13).
A palavra “céus” é usada de duas formas na Escritura: significando tudo o que há de físico no espaço dimensional exterior à terra, e referindo-se à habitação imaterial de Deus, que Jesus indicou quando disse: “Na casa de meu Pai há muitas moradas” (João 14.2). Um significado refere-se a algo visível e temporal, enquanto o outro fala de algo invisível e eterno. Este universo visível e temporário não é tudo o que existe. Há uma outra dimensão de existência que não é física nem visível – e que não se desgasta nem envelhece com a passagem do tempo, não pode ser destruída e jamais deixará de existir. (Dave Hunt -http://www.chamada.com.br)

Carinho e Amor.
Fernanda